Este será o Grande Prémio mais longo até à data, com nove dias, atravessando 1.100 quilómetros no norte e centro do país, contando com a participação de 133 ciclistas distribuídos por 19 equipas, sendo 17 equipas nacionais e 2 de Espanha.
A 9ª etapa, de 147,1 quilómetros, parte às 12h00 da Avenida Campo do Castelo, com chega prevista ao mesmo local pelas 15h35.
Na conferência de imprensa de apresentação da prova, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, referiu que o Grande Prémio de Ciclismo permite “celebrar a memória e história que nos consolida enquanto comunidade e enquanto território”, destacando a “marca centenária” que é o Jornal de Notícias” e “sempre pautando pela proximidade e cunho local”.
“Esta prova concretiza a coesão territorial e social porque vai ao encontro das pessoas”, referindo que “os territórios beneficiam com a promoção das suas cidades e freguesias”.
Delmino Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, indicou que o ciclismo “é diferente porque o público é diferente, aplaude do primeiro ao último atleta, todos, até ao carro vassoura”, num sinal de “carinho e respeito” pelos ciclistas. “O ciclismo é território, consegue ir às aldeias, é também inclusão, povo e emoção”, considerou.
Paulo Lima Carvalho, da Global Media Group, referiu que um dos principais objetivos desta prova é “combater o centralismo”, ideia corroborada por Domingos de Andrade, administrador do Global Media Group e diretor da TSF, que considerou que “o ciclismo leva o desporto onde mais ninguém consegue chegar”.
O diretor editorial da TSF destacou o “sentimento que é poder levar o ciclismo a diversas localidades, beneficiando da proximidade com as populações”, promovendo uma “competição ímpar que nos aproxima do país”.
Também Inês Cardoso, diretora do Jornal de Notícias, frisou que esta prova tem como meta “melhorar e inovar a cada ano que passa” e Vítor Cunha, diretor comercial do JN, realçou que a função primordial do Grande Prémio é “aproximar o jornal dos territórios”.